Jeep e Capitão América, dois símbolos de patriotismo
Num ano em que o Universo da Marvel vai voltar a colocar o mundo nas salas de cinemas, de olhos postos nos super-heróis (e também nos inevitáveis vilões), a Jeep associou-se ao milionário franchise, indo também à boleia dos 250 anos do Dia da Independência, a festejar a 4 de julho próximo. Adotando parte da imagem ao icónico “Capitão América”, um dos personagens mas mediáticos e adorados da saga, e dando visibilidade aos milhares de Capitães dos vários ramos do seu exército, concebeu o novo Jeep Wrangler America250 nas cores da bandeira de um país com que, nos dias que correm, muitos já não morrem de amores. Será este um modo de revitalizar a verdadeira paixão e patriotismo pelos States, nomeadamente a nível interno?
Há dois filmes que os fervorosos fãs do Marvel Cinematic Universe (MCU) não irão, de todo, perder em 2026: por um lado, o “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, com anteestreia a 30 de julho próximo, na mais recente aventura do jovem “Peter Parker” que, em miúdo, foi picado por um espécimen acidentalmente exposto à radiação durante uma demonstração científica; por outro, e principalmente, o muito aguardado “Vingadores: Doomsday”, a estrear a 18 de dezembro – tipo prenda de Natal antecipada para os fervorosos seguidores (onde me incluo) da multimilionária saga de quase 40 filmes (fora séries e outras associações a outros universos – e também o primeiro de dois portentos da temática, já que precisamente um ano depois estreará a sequela “Vingadores: Secret Wars”, dando fim – será?! – a uma ânsia acumulada ao longo de doze meses!

Tom Holland dará, uma vez mais, corpo (e a alma) ao “Homem-Aranha”, o amigo da vizinhança nova-iorquina, personagem que, tudo indica, também integrará essa próxima grande aventura dos “Vingadores”, junto com uma vasta panóplia de atores e atrizes, oriundos das dezenas de filmes anteriores, entre eles Robert Downey Jr., no papel do mau “Doctor Doom”, e do adorado Chris Evans, no icónico fato “Capitão América”, super-herói por excelência e símbolo máximo dos good old “US of A”.

E é por aqui que a presente prosa pega, sabendo-se agora que a Jeep e a Marvel deram as mãos, com esta última a libertar, decerto que a troco de uns bons milhões de dólares, parte da imagem desse “Capitão preferido do planeta”, autor da icónica saída “I could do this all day”.
Se o mundo vivesse nesta tricolor será que tudo seria mais fácil?
Poucos veículos personificam o espírito americano como o icónico Jeep Wrangler. Dos campos de batalha, aos trilhos lamacentos, das ruas da cidade às passagens nas montanhas, o Jeep Wrangler é, há muito, símbolo de liberdade e de robustez, juntando à sua volta uma também enorme legião de fãs. Afinal, o nome e o badge “Jeep” são, desde que me tenho como pessoa, o sinónimo do veículo que é para levar para todo o lado. Sim, até mesmo a nomenclatura “jipe”, que hoje quase se normalizou para tudo o que vá para trilhos e percursos de fora-de-estrada mais difíceis, é uma derivação da marca “Jeep”. É tipo o que a extinta “Kispo” conseguiu quando era a marca mais vendida de blusões para chuva e frio, ou a Transit da Ford que invariavelmente servia de referência quando se falava de furgões brancos (mesmo muitos dos de outras marcas de ambas as realidades não se livravam destas inevitáveis associações).

Esse legado ganha agora ainda maior destaque, nomeadamente nos EUA, com o lançamento da edição Jeep Wrangler America250, o sétimo lançamento da campanha “Twelve 4 Twelve Wrangler” da marca e uma poderosa celebração desse agora por vezes envergonhado (por outras razões de outra índole) orgulho vermelho, branco e azul, antecedendo os festejos do 250.º aniversário da liberdade dos EUA, que se celebra no próximo “The 4th of July”.
“Let the Freedom Drive” é um dos motos dessa edição muito especial, aventurando-se nas estradas e, principalmente, fora delas, sob as cores da bandeira dos States, bem como do fato e escudo do híper popular super-herói. Junto dele, num país cuja imagem está a deixar muito a desejar em termos internacionais, quer celebrar-se a determinação, a liberdade e a tradição de uma nação que, para além de este ano coorganizar o Mundial de Futebol da FIFA, também se prepara para festejar essa sua data de independência.
Jeep, a marca mais patriótica da América… pela 25.ª vez!
Baseada na comprovada capacidade do Jeep Willys, a edição America250 do modelo Wrangler combina um design inspirado na tradição com uma atitude patriótica inconfundível, numa altura em que a marca Jeep se volta a destacar como a “marca mais patriótica” da América, galardão que lhe foi atribuído há um mês, pelo 25.º ano consecutivo, na iniciativa “Brand Keys Most Patriotic Brands Survey”.

O modelo comemorativo apresenta-se em base branca, com decalques azuis e vermelhos, as naturais assinaturas “Wrangler” e “Jeep”, mais um badge “America250”. Mas um dos seus maiores destaques vai para a exclusiva capa para o pneu suplente do portão da bagageira, bem à imagem do escudo do “Capitão América”, num conjunto que se vê complementado por um tejadilho em lona na cor Jean Blue e jantes Steel Oxide de 17 polegadas, onde se montam enormes borrachas BFGoodrich All‑Terrain de umas substanciais 33 polegadas.
Entre outros mimos, os compradores deste Wrangler America250 terão como prenda um exemplar de banda desenhada do Marvel Comics Group, com uma capa exclusiva e dedicada a esta associação, bem como um porta-chaves em pele, personalizado com a inscrição “America250” gravada em relevo, com logótipo Jeep num dos lados e um grafismo em tecido, com a bandeira americana, do outro. Mais americano, não podia ser!

No interior, entre outras particularidades, destacam-se os bancos num tecido exclusivo na mesma cor do tejadilho, com gravação “America250” nas costas, cintos de segurança vermelhos/bordeaux, que complementam os acabamentos deste popular exemplar, através de costuras nas mesmas três cores do exterior, repetidas em todo o habitáculo, nomeadamente no volante, também ele criado para o efeito. As saídas de ar e os aros do volante em carbono anodizado realçam o aspeto técnico do interior.

Barras laterais em aço e ganchos de reboque vermelhos à frente e atrás, proporcionam uma proteção autêntica em trilhos, com um estilo funcional e de elevado contraste, alargadores de guarda-lamas na cor da carroçaria e aros dos faróis de nevoeiro em preto brilhante, integrados no para-choques dianteiro, conferem um perfil elegante e harmonioso, junto com faróis (incluindo o de nevoeiro) em LED de série.
Os “Capitães da América”, mas de carne e osso
Para ajudar nesse processo de reconstrução interna, nomeadamente de uma ampla população norte-americana hoje tão dividida, em plena busca de valores, em especial dos pilares que, há 250 anos, a ajudou a alcançar a independência do jugo britânico, a Jeep recorreu a uma campanha de marketing chamada “The Original Superheroes”, na qual destaca um total de sete veteranos de guerra norte-americanos, heróis reais, de carne e osso, que alcançaram o estatuto de Capitães da América na hierarquia militar do país. Nela representam e honram, verdadeiramente, os demais heróis sem rosto público, dos diversos escalões das forças armadas do país, que defendem os EUA nas operações para que as mais altas patentes os destacam.

Produzidos na fábrica da Jeep de Toledo, no estado do Ohio, os novos Jeep Wrangler America250 começarão a chegar aos concessionários norte-americanos este verão, não havendo ainda quaisquer rumores que venham para a Europa. Dada a sua nomenclatura e características, até fará mais sentido manter-se um exclusivo daquele lado do Atlântico, mas haverá sempre um ou outro chegado pelo chamado mercado paralelo, interessados do tipo colecionadores destas gemas exclusivas do mundo automóvel, que a Jeep tantas vezes é pródiga a criar.






