FIAT quer uma mobilidade cada vez mais acessível. Estes quatro nomes icónicos lideram a sua ofensiva
No ano em que se assinalam os seus 127 anos de vida, a FIAT, ao mesmo tempo que celebra o seu extenso e rico legado reinterpretando continuamente ícones do seu passado para o século XXI, dá continuidade ao seu processo de eletrificação sem nunca esquecer um dos seus princípios basilares, o da democratização da mobilidade. E fá-lo, novamente, com produtos versáteis, eficientes, inovadores do ponto de vista da engenharia, mas também do design e, acima de tudo, acessíveis, condição essencial para a modernização do parque automóvel num contexto económico que é, atualmente, particularmente preocupante.
Reforçando essa forma de estar no setor, que lhe garantiu um lugar de destaque na indústria, por exemplo, ao longo das décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990, a FIAT, símbolo líder em termos de vendas da Stellantis e que incorpora a família de marcas de primeira linha do grupo em conjunto com a Peugeot, a Jeep e a RAM, está a “dar tudo” para garantir aos seus clientes produtos que respondam a todas as exigências e necessidades de mobilidade, apostando na eletrificação sem descurar o lançamento de soluções puramente a combustão. Ao mesmo tempo, querem fazê-lo com alegria e com cor, celebrando o automóvel e a liberdade da sua condução com tons vivos e visualmente marcantes.

Com uma estratégia de produto assente em três pilares fundamentais para os segmentos A e B, nomeadamente o pequeno 500 e os “irmãos” 600 e Grande Panda, a FIAT conta atualmente com uma das gamas mais completas para as categorias de acesso do mercado, uma ofensiva de produto que será, em breve, fortalecida pela chegada do novo Grizzy, SUV que aponta, no entanto, ao também muito relevante segmento C com duas variantes de carroçaria, cujos primeiros detalhes podem ser conhecidos aqui. A FIAT antecipa preços iguais para ambas as versões, alinhados com modelos de segmento inferior, o que será um argumento de peso dos Grizzly.
Do 500 ao 600, passando pelo Grande Panda
Lançado originalmente apenas em versão 100% elétrica, a gama da mais recente geração do ícone 500 foi recentemente reforçada com a introdução da variante Hybrid, estando equipada com um pequeno motor de 1.0 litros a gasolina com tecnologia mild hybrid com 65 cavalos. Está disponível em três estilos distintos de carroçaria, Berlina, Cabrio e o inédito 3+1, sendo atualmente proposto por um preço de 14.900 euros ou por uma mensalidade de 69 euros, de acordo com a campanha atual.

Estes são também os valores base pedidos pelo novo Grande Panda, na nossa opinião, um dos melhores e mais cativantes modelos do mercado. Disponível em versões 100% elétrica e híbrida, a gama do maior dos Panda passa agora a contar com uma motorização térmica 1.2 Turbo, a gasolina, com 100 cavalos e caixa manual de 6 velocidades. A FIAT abre assim as portas do Grande Panda a um público mais amplo, com uma variante mais acessível que, mesmo não contando com eletrificação, garante consumos comedidos.
Com um posicionamento de mercado ligeiramente superior, a marca italiana propõe o 600, crossover que partilha as motorizações eletrificadas com o Grande Panda e que também passa a dispor da nova motorização 1.2 a gasolina. Novidade no catálogo do 600 são igualmente as versões Street e Sport que, como os nomes indicam, garantem um visual respetivamente mais urbano ou dinâmico. Com as condições atualmente disponíveis, a FIAT propõe-no por 17.900 euros ou por 99 euros por mês.

O acesso à gama continua a ser feito via Pandina, modelo disponível a partir de 12.900 euros ou por 49 euros/mês e equipado com a motorização 1.0 Hybrid partilhada com o 500. Porém, a FIAT está a levar a sua abordagem à mobilidade sobre de quatro rodas a novos patamares, apostando no reinventado Topolino, agora sob a forma de um quadriciclo elétrico, para disponibilizar uma solução de mobilidade particularmente eficiente em ambiente citadino. Os preços iniciam-se nos 8.590 euros.

Para além das várias versões do Topolino já disponíveis, como os “fãs da praia” Dolcevita e Vilebrequin, a FIAT promete não ficar por aqui no segmento da micromobilidade, apostando, por exemplo, no Tris, um veículo de três rodas destinado a entregas do tipo “last mile”, bem como numa nova interpretação do conceito Multipla original de 1965, antecipado pelo Multiplina Concept, cuja configuração interior de quatro lugares fará a ponte entre o Topolino de dois lugares e um verdadeiro automóvel.






