Nissan prometeu e cumpriu. Pixo regressa como citadino 100% elétrico
Os mais atentos rapidamente se aperceberão de que o novo Pixo resulta do mesmo projeto que trouxe recentemente até nós o novo Twingo e que permitiu igualmente à Dacia reformular por completo o seu Spring. E suportando-me na minha experiência com o regressado icónico modelo da Renault, não me é difícil antecipar que, tal como o francês, o japonês virá cheio de argumentos.


Ainda que as parecenças estéticas estejam lá, uma vez que, por uma questão de controlo de custos, não podemos esperar que as marcas substituam todos os componentes, o Pixo aposta num estilo mais futurista, com formas mais definidas, visíveis, por exemplo, nos para-choques e na iluminação. A expressão dianteira do Pixo é, imagine-se, “inspirada no rosto de um robô”, contando também com 23 detalhes gráficos escondidos, uma referência ao número cuja pronúncia em japonês remete para “Nissan”.
Está disponível com apenas uma combinação de motor e bateria, disponibilizando 82 cv de potência e uma autonomia WLTP de 259 km com uma bateria LFP de 27,5 kWh. O carregamento AC pode ser feito até 11 kW ou até uma potência máxima de 50 kW num posto DC. No interior, apesar das dimensões compactas da carroçaria, a Nissan antecipa espaço suficiente para quatro adultos, uma bagageira com 356 litros VDA – incluindo o compartimento de 50 litros para arrumar os cabos de carregamento – e ainda 18 litros de arrumação no habitáculo.


O novo Nissan Pixo é produzido na fábrica da Aliança em Novo Mesto, na Eslovénia, e as primeiras unidades vão começar a ser entregues aos clientes no início de 2027. A marca não anunciou ainda os preços e as especificações da gama que será comercializada em Portugal, informações que só deverão ser divulgadas no início do ano.






