Renault Clio E-Tech Hybrid: fala-se pouco de um dos carros mais importantes do momento
Também eu sou um português fã dos argumentos do Clio e acho que não está a ser dada a devida importância ao lançamento da sua versão híbrida.
Também eu sou um português fã dos argumentos do Clio e acho que não está a ser dada a devida importância ao lançamento da sua versão híbrida.
Hoje, não tanto em crónica mas mais em ensaio, trago-vos um outro modelo SUV que em Portugal está igualmente longe de ser um sucesso.
Esta semana estive a testar o novo Ford Kuga, na sua versão a gasolina, 1.5 EcoBoost de 150 cavalos e caixa manual de 6 velocidades. O veredito é fácil: gostei. Gostei eu, a esposa, a vizinha e imensa gente que o viu na estrada e ficava a olhar para ele.
O Opel Astra está mais eficiente e moderno, mantendo quase intactas as suas linhas exteriores, o que, pelo menos para mim, é uma óptima notícia, pois sempre gostei da sua “pinta”.
A minha paixão pelo Alfa Romeo Giulia, em especial pelo Quadrifoglio de 510 cavalos, é assumida. Assumo que é assumida e tenho gosto nisso.
Depois de testar a versão carrinha e a versão hatchback do Opel Astra, vou tirar as minhas conclusões. Não esperes nada muito científico ou objectivo, até porque a minha escolha provavelmente recairá sobre o hatchback, mas, ainda assim, vou tentar o meu melhor para te ajudar.
Para quem não a conhece, a Mitsubishi L200 é uma pick-up japonesa que concorre com todas as outras pick-ups japonesas. Sim, não sei bem porquê, mas os japoneses já andam a fazer estas pick-ups desde o tempo dos nossos avós.
Passamos a vida a querer mais e melhor. Na dose certa, sem entrarmos em loucuras e irresponsabilidades, acho que só nos faz bem pensar assim.
Visto de frente, adoro. Ameaçador, dinâmico, intenso. Visto de trás, já são outros os adjectivos. Feio não é um deles.
O título não é grande coisa, concordo. Mas o que importa é passar a mensagem e, no caso do Hyundai i30 1.0 T-GDi, está lá tudo. É um carro muito, mas muito completo com um preço altamente competitivo.