Honda Civic 1.5 Turbo – Meia dose de Type R chega bem
Visto de frente, adoro. Ameaçador, dinâmico, intenso. Visto de trás, já são outros os adjectivos. Feio não é um deles.
Visto de frente, adoro. Ameaçador, dinâmico, intenso. Visto de trás, já são outros os adjectivos. Feio não é um deles.
O título não é grande coisa, concordo. Mas o que importa é passar a mensagem e, no caso do Hyundai i30 1.0 T-GDi, está lá tudo. É um carro muito, mas muito completo com um preço altamente competitivo.
Já diz o ditado, e muito bem, que “em equipa que ganha, não se mexe”. E se mexer, só se for para fazer melhor. No caso do Civic Type-R, isso não acontece. Até porque melhor é (quase) impossível.
A entrada nos “entas” do mítico nome italiano coincide com a chegada desta versão mild hybrid que estreia igualmente o motor 1.0 FireFly com 70 cavalos de potência. Pouca? Não. Simplesmente a adequada.
Não sou grande fã de carros grandes. Aprecio bem mais um automóvel mais compacto. Mas para este abro uma excepção. É excelente.
A unidade ensaiada está equipada com o motor 2.0 litros a gasolina com tecnologia híbrida e com 184 cavalos, mas será a escolha certa?
Foram imensas as pessoas que se cruzaram comigo e me disseram: “epá, ó João, hoje andas com um carro de senhora!”. “Como disse? Não percebi…”
Estive uns dias com a versão mais desportiva do Ford Focus – o ST – e não tive saudades nenhumas de uma versão RS. Não só é fantástico na maneira como nos faz sentir atrás do volante, como é um verdadeiro familiar compacto com espaço, conforto e tecnologia.
Sou impaciente para muitas coisas, admito. Mas para este ensaio tive que me aguentar, tentar manter-me tranquilo e controlar o entusiasmo até ao dia em que efectivamente ia saltar para o volante do i30N.
A Ford ressuscitou o nome Puma e aplicou-o no imparável segmento dos pequenos crossovers urbanos. Conduzimos o novo Puma com o motor EcoBoost de 125 cavalos e tecnologia mild hybrid.