O carro é meu. Os “tiques”, também.
Não tenhas vergonha. Toda a gente os tem, mesmo que digam o contrário.
Não tenhas vergonha. Toda a gente os tem, mesmo que digam o contrário.
Para primeiro artigo deste novo ano de 2021, achei que faria sentido escrever a segunda parte das técnicas para conduzires muito melhor. Primeiro, porque nunca é demais lembrar e, segundo, porque há muita gente que nas épocas festivas parece que se esquece ainda mais de como se deve conduzir.
A viagem que não me canso de repetir, o destino que não me importo de revisitar e o carro que não quero deixar de reencontrar.
Não estamos a dizer que és mau condutor, e muito menos que precisas de ler esta série que fizemos, mas nunca é demais lembrar certas coisas.
É nas rotundas e curvas entre casa e trabalho que o condutor do hot hatch vive. Não vive num circuito. As ruas são a casa do hot hatch.
Não há nada como um bom hot hatch para transformar por completo o nosso quotidiano entre A e B, principalmente se pelo meio houver um S.
A Toyota deu-nos a oportunidade de andarmos uma segunda vez com o GT86. Para tal, fiz-me à estrada às 6 horas da manhã e fui em direcção à Serra da Arrábida para um passeio de fim-de-semana diferente.
Não quero que este texto se transforme em mais do que um relato da minha experiência. Não quero que se transforme igualmente num desabafo nem que me interpretem como um vigilante, um daqueles que tem a mania que nunca errou e que nunca mais errará ao volante. Tretas.
A cereja no topo do bolo foi, porém, o Tiago Costa, fotógrafo responsável por vários trabalhos aqui na Garagem (este é um deles), ter-se juntado a nós no seu incrivelmente bem estimado Civic VTi de 1992. Foi um dia memorável, com sonoros motores cheios de potência e, acima de tudo, companheirismo.
Depois de duas ou três passagens, pensei que estava o dia terminado. Mas não. Ao longe vi o Tiago a rodar um braço sobre o outro como que a dizer “mais uma!”