Carros clássicos, uma paixão cada vez mais cara
Decidi remexer numas caixas antigas que o meu avô tem na mala do carro. Perdi-me nas revistas de clássicos.
Decidi remexer numas caixas antigas que o meu avô tem na mala do carro. Perdi-me nas revistas de clássicos.
Há já algum tempo que não fazemos nenhum desafio de equipa, por isso decidimos ser actuais e escolher o melhor híbrido até 30 mil euros.
Quem diz que o automóvel eléctrico não é emocional está redondamente enganado. E eu faço parte desse grupo.
Não estamos a dizer que és mau condutor, e muito menos que precisas de ler esta série que fizemos, mas nunca é demais lembrar certas coisas.
Ainda não comprei um eléctrico, mas vendi o meu saudoso Ibiza Diesel com 380 mil quilómetros no ano passado e se calhar fiz asneira.
Sim, estou notoriamente incomodado com a decisão do Parlamento em limitar/eliminar os apoios à compra de carros híbridos para o Orçamento de Estado de 2021. Para começar, porque se baseia numa premissa falsa. Depois, porque não houve qualquer discussão com o sector e nenhuma consulta com especialistas.
Ainda não conduzi o GR Yaris, mas já sei qual é o seu problema.
Sim, o título não é propriamente simples. E sim, já vi o novo Honda Civic Prototype. Concordo, aquela cor não o favorece. Nem a da carroçaria nem a das jantes. Mas a verdade é que não é a cor o problema.
Durante anos tive o sonho de comprar um Alfa Romeo. Consegui, finalmente, concretizá-lo. Mas estou preocupado com o futuro.
É nas rotundas e curvas entre casa e trabalho que o condutor do hot hatch vive. Não vive num circuito. As ruas são a casa do hot hatch.