Mais um hot hatch nunca será um hot hatch a mais
Não há nada como um bom hot hatch para transformar por completo o nosso quotidiano entre A e B, principalmente se pelo meio houver um S.
Não há nada como um bom hot hatch para transformar por completo o nosso quotidiano entre A e B, principalmente se pelo meio houver um S.
O nome tem força, causa impacto, e pode tornar a experiência emocionante ainda antes de rodarmos a chave e dos cilindros desatarem aos tiros uns a seguir aos outros.
Sim. Houve, em Portugal, um homem que dizia conseguir conduzir de olhos vendados. Não só isso, como também outras coisas. O Professor Karma era mentalista e trabalhou nos CTT. Lê tudo nesta crónica.
Quando a electrificação marcar definitivamente a sua posição, nada disto fará muito sentido. Mas até la…
Escrevo este texto no dia em que Sean Connery faleceu, aos 90 anos, depois de Roger Moore ter morrido em 2017 com 89 anos. Estes dois são, apesar disso, imortais.
São vários os modelos que estão a desaparecer das nossas estradas. Algo tem de ser feito.
Há coisas que não suporto, mas há outros que não dispenso. Estas são as 5 mais importantes.
Adoro automóveis. Não sei se já tinham reparado, mas adoro. Como tal, se os adoro, é muito fácil encontrar coisas neles de que não gosto, soluções ou modas que não aprovo.
A minha paixão pelo Alfa Romeo Giulia, em especial pelo Quadrifoglio de 510 cavalos, é assumida. Assumo que é assumida e tenho gosto nisso.
70 anos SEAT: três eras, três automóveis, um símbolo Quando nasci, já a SEAT acumulava 35 anos de vida. Neste 2020 que teima em não começar como desejámos no final do ano passado, chego eu aos 35 e já a SEAT celebrou os 70. Uma vida cheia de histórias que merecem ser relembradas e contadas…